Ensinando a novinha a foder - Contos Eróticos | rechka-yar.ru

Ensinando a novinha a foder

Como dito em alguns dos meus contos anteriores, fazer a parceira gozar e sentir prazer é o que mais me excita. Tento sempre fazer valer o momento que estamos juntos e fico muito excitado ao ver que no final, ambos estamos esgotados e satisfeitos! Conheci na semana do último Natal uma leitora de contos com fantasias e fetiches interessantes e ainda não realizados! Durante nossas conversas no decorrer da semana disse que ficava molhada imaginando fazer sexo em público, cercada de pessoas e com a possibilidade de ser vista a qualquer momento! Disse-me que era iniciante, com 23 anos não tinha tido muitos parceiros ou experiências sexuais, e revelou algo que infelizmente não é comum e que frequentemente são relatados nos contatos que recebo… Nunca havia gozado em uma relação!

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Poucos dias antes, havia publicado um conto onde descrevia como tinha feito uma parceira gozar dentro de um ônibus e me perguntou se faria igual com ela, respondi que sim e rapidamente já programamos de nos encontrar em um Shopping na Zona Leste de SP e irmos ao cinema… seria lá que iria realizar sua fantasia!

Nos encontramos na estação e nos beijamos ali mesmo, intensa e já cheia de tesão, agarrava a minha nuca como se fosse me engolir. Reparei que estava preparada para o que faríamos, usando um vestido curto que marcava seu corpo, uma bundinha empinada e redondinha e seios médios e firmes, aparentava ser bem mais nova que tinha dito que era! Rumamos para o cinema e lá escolhemos um filme qualquer, já que nossa ideia não era assistir nada. Enquanto esperávamos para comprar os ingressos colocou uma de suas mãos para trás e apertava meu pau por cima da calça, olhava para trás com um olhar safado e cheio de malícias, não se importando com ninguém ao nosso redor!

Tomamos nossos assentos na sala, para nossa decepção não estava vazia como imaginamos que estaria, entretanto, era tarde demais para voltar atrás! Minha mão pousava e acariciava sua coxa, entrando devagar por baixo de seu vestido, enquanto ela massageava meu pau com a cabeça deitada em meu ombro!

No apagar das luzes, as caricias se intensificaram. Com a bolsa por cima das coxas, cobria minha mão já encaixada entre elas, afastava de lado sua calcinha e ao tocar sua buceta senti seu melzinho morno lambuzar meu dedo! Circulava devagar seu grelo e sentia sua excitação aumentar pela força que apertava meu pau ou pressionava seu rosto contra meu peito, tentando em vão abafar seus gemidos. Alternava a pressão e a velocidade até sentir que estava perdendo o controle, seus gemidos começavam a ficar perigosamente altos e então parava para não chamar a atenção, voltando algum tempo depois:

– Está começando a gemer alto demais, vamos chamar a atenção! Acho melhor irmos pra outro lugar! – Sussurrei em seu ouvido.

Ela apenas assentiu com a cabeça me olhando, a expressão de tesão estampada em seu rosto entregava que tinha adorado a aventura! Rumamos para a estação Tamanduateí do metrô para um motel que vou com alguma frequência, a estação estava vazia naquele momento e vi novamente a oportunidade de continuar a nossa brincadeira! A puxei para um espaço mais isolado da estação enquanto o trem não chegava, afastei novamente sua calcinha e a penetrei com meus dedos enquanto segurava sua nuca com a outra mão e a olhava gemer! Não precisava contê-la dessa vez e a mandava gemer sussurrando em seu ouvido, tentava fechar as pernas e eu as mandava abrir, meus dedos se lambuzaram e novamente tivemos que parar por causa das pessoas que chegavam a estação!

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Chegamos no motel pouco tempo depois, dentro do quarto, comecei a perceber tudo o que tinha me falado durante as nossas conversas durante a semana. Começamos a nos beijar ainda em pé enquanto estava encostado na parede, se ajoelhou abrindo o zíper da minha calça e segurando forte meu pau, punhetando e o abocanhando de uma vez, afobada e faminta. Fui controlando seus movimentos e falando como fazer, aos poucos pegou um bom ritmo e passou a saborear mais o que fazia, engolindo e o deixando bem molhado. A levei para a cama ajoelhando e segurando suas pernas bem abertas, mordi por dentro das suas coxas descendo até a virilha e passei a chupá-la devagar, circulando o grelo com a língua e depois o sugando. Meus dedos entravam e saiam com facilidade de sua buceta ensopada e eu a via se contorcer gemendo alto, segurando meus cabelos até dar uma deliciosa gozada na minha língua… A primeira transando!

Me deitei na cama a seu lado, beijando a sua boca:

– Vem sentar no meu pau, quero te foder gostoso! – Disse!

– Mas, eu nunca fiz desse jeito! – Ela me respondeu baixinho!

Mais uma vez caiu a ficha, não havíamos conversado sobre isso durante a semana. Apesar dos fetiches e fantasias que tinha, as coisas consideradas mais básicas ainda não tinham sido vividas ou realizadas. Não ter tido um orgasmo durante o sexo era resultado de tudo isso, não poderia ser com ela como sou normalmente com outras pessoas que saí e isso passou a me deixar ainda mais excitado. A trouxe para cima de mim pincelando meu pau em sua bucetinha e encaixando a cabeça na entrada dela, segurei pelo quadril e fui pedindo para que fosse descendo devagar.

– Ta doendo! – Dizia com uma voz manhosa e chorosa!

– Calma, vai devagar! Voce controla! – Fui falando e a acalmando!

Segurava suas coxas e bombava de baixo pra cima, aumentando a velocidade e indo mais fundo gradualmente. Em pouco tempo os gemidos e a expressão de dor foram sumindo e passou a fazer os movimentos por si só! Aumentou a velocidade e passou a rebolar gemendo mais alto até que caiu ofegante no meu peito e seu mel escorreu pelo meu pau:

– Céus! – Disse ofegante (Foi a primeira vez que ouvi alguém dizer isso nesse momento..rs)!

– Ainda não terminamos!

Coloquei ela de quatro na cabeceira da cama e dessa vez fui bombando forte desde o começo, os gemidos eram cada vez mais altos, as mãos agarravam firme os lençóis e eu a puxava pelos quadris. Aumentei a intensidade até que “arriou” na cama, de bruços chegando a mais um orgasmo! Pedi para que ficasse sentada na cama e voltasse a me chupar pois ia gozar, punhetei com a cabeça encostada em seus lábios (ela ainda ofegante!) e depois do primeiro jato de porra em sua boca ela o abocanhou e começou a sugar até a última gota! Curioso como isso ela disse que fazia e gostava e as demais coisas “básicas” não havia feito, por aí já era possível traçar uma ideia de como tinha sido suas outras experiências.

Deitamos e ficamos curtindo um pouco até nos preparar para a próxima, e dessa vez pude pegar um pouco mais pesado fazendo ter novos orgasmos e mais uma deliciosa gozada em sua boca!

Nos despedimos naquele dia e nos falamos mais algumas vezes e não voltamos a nos ver, mas ambos com grandes recordações daquele encontro!

Espero que tenham gostado!

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Skype: victorlionheart

Conto enviado por:  Victor Lionheart (Obrigado)

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